Boa tarde...
Venho comunicar que o meu trabalho agora é a pauta na cabeça, microfone na mão pronta para apuração.
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Caso queira assistir as matérias elas passam diariamente a partir das 21h30 na Rede Vida de Televisão, para saber o canal certo da sua televisão acesse:
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segunda-feira, 7 de junho de 2010
segunda-feira, 31 de março de 2008
Uma escolha de vida: A vocação religiosa

“Inexplicável, como é inexplicável Cristo pendente na Cruz. Como é inexplicável, uma jovem deixar TUDO para seguir unicamente a Cristo: se a vocação religiosa fosse explicável, seria apenas humana. Como é inexplicável, deve ter algo divino, e será um mistério, que não se explica, mas se aceita ou se nega.”, trecho do livro “A inexplicável Merloni” de Afonso de Santa Cruz.
A vocação, para os cristãos, vai além do que apenas um talento, é um chamado de Deus para um caminho religioso, que é atribuído para desempenhar funções na missão da construção do seu Reino.
A vocação, para os cristãos, vai além do que apenas um talento, é um chamado de Deus para um caminho religioso, que é atribuído para desempenhar funções na missão da construção do seu Reino.
As Apóstolas são vocações femininas, como rastros de luz, continuam a obra iniciada por Madre Clélia Merloni, que vivia intensamente a mística e a espiritualidade do amor ao coração de Jesus. Junto ao sacrário, passava as mais belas horas de sua vida. Seu anseio era levar a ternura desse Coração a todos, especialmente aos pobres, aos oprimidos e aos infelizes. Distingue-se pela caridade, humildade, simplicidade, pureza e ilimitada confiança em um Deus só. Com a sua vida revela que a caridade é a pérola mais preciosa do Instituto.
Nadir dos Santos, seguindo o exemplo daquela que foi serva, escolheu a sua própria vocação de apóstola da igreja, quando tinha apenas 13 anos, e atualmente atua como freira há 19 anos. “É um chamado muito bonito e a minha vocação eu só tenho agradecer, pois estou muito feliz.” reflete Ir. Nadir.
Desde pequena ela já dizia para a mãe que não queria se casar, mas como não conhecia as religiosas falava que gostaria de ser professora, e sua mãe brincava dizendo que professoram se casam, e para ela só se casavam se quisessem.
Quando fez treze anos, conheceu um seminarista que a convidou a conhecer as religiosas, e a partir disso, Ir. Nadir começou sua caminhada. Seu discernimento vocacional se deu dentro da congregação, onde conviveu bastante com as outras irmãs, e pode estudar mais sobre sua vocação.
“Hoje eu vejo que o meu discernimento vocacional se deu mesmo durante o meu processo de formação, eu entrei em 1978 e em 1988 eu fiz o primeiro voto, sempre junto com as irmãs em duas comunidades. Eu entrei pro Paraná e fiquei dois anos, depois fiquei em São Paulo, onde iniciei o processo de formação, fiz o postulado, o noviciado, o juniriato e em 1994 eu fiz o voto perpétuo.”, declara Ir. Nadir sobre sua formação.
Ir. Nadir, não teve tempo de namorar, pois como declarou Jesus lhe “catou” antes, e na própria vocação, é necessário deixar de lado o que causa prazer, já que é uma dedicação única e somente a Deus.
Seus pais, em momento algum, se opuseram a sua escolha, apenas seu pai achou que estava muito cedo para ela tomar essa decisão. No entanto, seu avô se opôs um pouco por ela ser a única filha de quatro filhos, que deveria cuidar de sua mãe na velhice, e dependendo dele, ela não iria seguir a vocação.
Os anos passarão e ela já tinha se tornado uma irmã, e para surpresa dela, seu avô ficou muito satisfeito por ver que ela estava feliz, seguindo a Deus. “Meus tios e minhas tias também são felizes por ter uma sobrinha religiosa e meus irmãos até abusam. Tem um irmão que brinca que não vai à missa, porque tem um cunhado que vai favorecê-lo, mas vai esperando se ele não fizer a parte dele.” , diz Ir. Nadir.
Nadir sempre foi firme em sua decisão, e nunca teve dúvida se era realmente isso que queria. Ela teve muita dificuldade por sair de casa, já que todos os dias viajava cerca de 6 horas para o colégio. Ao chegar lá, era a caçulinha com 13 anos e a mais velha tinha 27 anos, de um grupo de 25 garotas. Ela declara que os primeiros dias foram angustiantes porque nunca tinha saído de casa para dormir fora. “A saudade foi muito grande dos meus pais e dos meus irmãos. O caçula tinha um ano e meio e eu era como uma babá pra ele, foi muito triste deixá-los. No feriado de abril, eu passei alguns dias em casa, e amenizou um pouco, depois todas as férias eu ficava com a minha família.”.
A primeira exigência da vocação é ter que abandonar o lar, para se dedicar a Deus e a missão, é uma espécie de casamento, porque quando se casa tem que deixar a família para morar com aquele que vai ser escolhido.
“A vida religiosa me cativa muito, o aspecto missionário imprevisível, de estar aqui ou em outro lugar, e também o desejo grande de estar no exterior para fazer alguma coisa. Eu sempre falo que quero ir para as Filipinas, mas qualquer lugar que o instituto precisar de mim eu estou disposta.”, desabafa a irmã que já mudou 20 vezes, e até hoje está muito feliz, mesmo não se adaptando no começo.
Nadir é uma irmã muito comunicativa e amiga, e tem bastante facilidade de se relacionar com outras pessoas. Ela trabalhou cinco anos com dependentes químicos, em que achava que não ia dar conta, trabalhou também em hospitais e colégios. Hoje, se dedica a formação de novas irmãs, o que a empolga a se doar cada vez mais.
“Vejo que a vida religiosa não é para a gente é para o mundo, pois onde precisar, a religiosa estará ali para levar a Deus e ser presença. O nosso carisma chama muita atenção, porque nós temos que ser apóstolas como os apóstolos, no campo missionário e na evangelização. Depois uma apóstola reparadora para repor amor onde não tem amor, e assim levar o amor de Deus para os necessitados. Sem amor na vida nós não alcançamos nada, e o amor de Deus é um amor sublime, não é esse amor que às vezes você dá de pressa, hoje eu amo, amanha eu não amo mais, se a pessoa ama, ela ama pra sempre.”, reflete Nadir sobre sua missão.
Formada em Psicologia, a irmã Nadir, trabalhou antes em vários colégios, e hoje segue sua carreira de psicóloga e formadora. Ela lembra que foi desrespeitada uma vez por uma garota de mal com a vida, que não queria nada com religião. Na época, Nadir era professora de ensino religioso, e essa menina a criticava por não aceitar as aulas. Na sua opinião, hoje em dia, “as irmãs são muito valorizadas, e os próprios pais as respeitam bastante, tem uns que lembram da época que estudaram em colégio religioso. De vez em quando, tem aqueles que não respeitam, mas não respeitam é ninguém, porque vem da formação que os próprios pais dão.”
Segundo os especialistas, a cada três jovens, um é chamado pra vida religiosa, tanto sacerdotal, como pra feminina, e de acordo com a Ir. Nadir, se a cada três jovens, um é vocacionado para igreja, olha quantos não respondem, porque não tem estimulo, ou tem certos preconceitos.
Para a irmã Nadir, a igreja investe muito na pastoral vocacional, mas se alguém chegar a um grupo jovem, convidando a participar de um encontro vocacional, muitos vão questionar, porque não querem ser padres e nem irmãs, assim falta clareza de que o encontro vocacional é para ver as demais vocações.
Os jovens que resolvem se casar, ou até mesmo decidem em não ser religioso, estão seguindo uma vocação. Na primeira é a do matrimônio, que para Nadir, não esta sendo tão valorizada hoje em dia, pelo fato das pessoas se casarem e logo depois se separarem tão rápido, e a segunda é a vocação dos leigos que não freqüentam a igreja, e nem querem se casar, mas é ao mesmo tempo o homem da Igreja no coração do mundo e o homem do mundo no coração da Igreja. Ele está sempre questionando o conjunto da Igreja com suas experiências de participação nos problemas, desafios e urgências do mundo secular.
A jovem que demonstrar desejo sincero de doar-se a Deus, ter saúde física e psíquica que lhe permita viver harmoniosamente na comunidade, ter suficiente preparação cultural básica, já esta encaminhada a vocação, e é necessário se dedicar para se tornar uma Irmã.
Nadir acredita que “vocação acertada é futuro feliz, e quando a pessoa é feliz em sua vocação com certeza ela acertou. O ideal seria que Deus aparecesse para gente e falasse - Nadir você tem que ser irmã! – Não, Deus não aparece, essa é a busca que o jovem tem que ter, assim como escolhem a sua própria profissão.”
Nadir acredita que existem pessoas que negam a existência de algo superior, e questiona “tem como você negar a existência de alguém superior, ao olhar para esse mundo maravilhoso? Não tem! A própria vida e a natureza pedem um superior. Pra essas pessoas que na acreditam, eu daria a oportunidade de conhecer, pois não precisa ser católico para ser santo basta à vontade do saber.”
A irmã Nadir com a santidade de sua vida, quer contribuir para despertar nos corações o desejo de Deus, e mostrar, com a caridade que a impele, o rosto da bondade, da misericórdia, da compaixão do Pai por todos os homens, de modo que eles sintam o seu Deus bem próximo de si.
Atualmente Nadir mora nos aposentos, do Colégio Sagrado Coração de Maria na 615 sul, onde acorda todos os dias às cinco horas da manhã, para fazer suas obrigações, como ir à missa, rezar, ajudar os outros e até mesmo tricotar um pouco.
Nadir é uma irmã solidária de Deus e de todos da sociedade. Ela vive uma vida de escolha própria, em que ela mesma fez questão de estar se dedicando a Deus, tendo apenas dez dias do ano para ver a sua família.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Um olhar poético sobre a imagem publicitária

O professor e publicitário João Carrascoza (JWT/Brasil) foi o palestrante convidado para a abertura dos trabalhos do NP de Publicidade e Propaganda do XXX Congresso da Intercom 2007.
Em sua palestra “Um olhar poético sobre a imagem publicitária”, ele citou várias poesias para descrever um olhar mais profundo em cima das palavras. Como exemplos, foram citadas também algumas frases como a “A gente pintava nas pedras a voz”, de Manoel de Barros, na qual se quis demonstrar a imaginação pelo olhar.
Suas representações foram baseadas em três tipos de olhares: o olhar do próprio olho, o olhar do pensamento e o olhar do coração. Olhares esses que foram demonstrados nos comerciais de televisão, tal como o da Sony TV, que procura interagir com o telespectador através de imagens do próprio olhar; o da Ford que retrata o Novo, por meio de imagens e frases pensativas do que seria o novo, e o do Primeiro Sutiã que retrata a emoção de uma mulher com o seu primeiro sutiã, aquele que nunca se esquece.
Ao final da palestra alguns alunos tiraram as suas dúvidas com o professor, que finalizou alertando para a importância fundamental do olhar nas propagandas. Assim como sobre a falta que faz um publicitário que se importe de verdade com o olhar, afinal é por meio dele que se pode ter uma noção correta do que uma propaganda deseja realmente passar.
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
A nada mole vida de universitário

“Na segunda feira vou um trampo procurar
Na terça eu me emprego
Na quarta eu vou trabalhar
Quinta mato o tramposexta já sou dispensado
No sábado eu recebo e no domingo tiro o sarro
Pra que querer mudar a vida pra mim...”
(Musica: Rotina – DZK / um exemplo da rotina que alguns estudantes almejam.)
(Musica: Rotina – DZK / um exemplo da rotina que alguns estudantes almejam.)
Thaissa Gaudereto, Ana Paula Tristão e Rafael Cardoso são três estudantes que conquistaram a tão sonhada oportunidade de cursar a universidade. Como muitos outros estudantes, ainda se perdem em relação aos estudos e à escolha do que realmente querem. Eles se vêem diante de novos compromissos, pois também é dada a largada para o mercado de trabalho e, com ela, aumenta a pressão diante do desafio de ser um excelente profissional.
Estudante do curso de administração do CEUB, Thaissa Gaudereto começa o seu dia às seis horas da manhã, e se arruma após tomar café, para ir à faculdade. Logo depois da aula, ela almoça rápido e se prepara para entrar no “trampo”, como os jovens costumam dizer hoje em dia, e para ela, “é muito satisfatório poder estar cursando um curso do meu interesse e trabalhando na área que eu realmente preciso, pois tem me ajudado bastante financeiramente e no que eu preciso realmente saber sobre administração.” Após terminado o trabalho, ela se preocupa em fazer alguma coisa para se divertir, e esquecer o estresse do dia-a-dia, saindo de vez em quando com os amigos ou até mesmo entrando no MSN ou no Orkut, como de costume.
“A Rotina é sempre boa para a maturidade”, declara Thaissa, por saber que está mais madura com esses compromissos, mesmo que dificultem a proximidade com a família.
Para Ana Paula Tristão, já é um pouco diferente, pois sendo estudante do curso de Arquivologia da UNB, a sua dedicação maior é para os estudos, deixando de lado, a farra com a galera e aproveitando os momentos de folga para ir ao cinema, ou pesquisar algum assunto interessante de seu curso. A rotina de Ana Paula começa às nove horas da manhã, quando ela acorda para organizar suas tarefas ou assistir televisão. Durante a tarde vai para a UNB assistir a algumas palestras relacionadas ao curso, ou para fazer algum trabalho. Suas aulas só começam à noite, a partir das 19 horas. Ela garante que a Universidade de Brasília cobra muito de seus alunos. Só não gosta das greves, quando fica com muita saudade de voltar logo à universidade.
Enquanto isso, Rafael Cardoso, estudante do curso de Economia da UCB, passa o período diurno inteiro à procura de um estágio remunerado, a fim de ser mais responsável com os seus estudos e também de ter uma experiência maior na sua área, mas declara: “o estágio não precisa ser necessariamente da minha área, porque na verdade estou a fim de preencher a minha cabeça, e mostrar aos meus familiares que eu já posso ter responsabilidade sobre o que eu realmente quero. Se for da minha área, melhor ainda, pois terei certeza da escolha certa do meu curso.”
A vida desses três universitários retrata um pouco da batalha e do estresse que muitos outros estudantes passam diante dessa correria que começa quando menos se espera, e ocupa o dia-a-dia de cada um sem nem pedir licença, afinal essa cobrança surge desde a infância para que sejam responsáveis por seus estudos, pois é a partir de uma excelente formação que se garante um futuro promissor.
E para isso nada melhor do que lembrar da musica de Cazuza: “O tempo não para...”, não para mesmo, e para alguns estudantes a melhor solução é ocupar todo tempo que tiver, sem deixar de pensar em si mesmo, estudando ao máximo, trabalhando, namorando e vivendo o que for possível.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Respeitar e cuidar, eis a questão!

“A Amazônia é o pulmão da humanidade, destruir este pulmão é uma ameaça à sobrevivência da humanidade. Se o Rio Amazonas, com seus afluentes, é a maior fonte de água doce do mundo, destruir esta fonte seria um passo largo para o suicídio coletivo da humanidade e para a destruição do planeta.”A afirmação é de Thiago Fernandes, catequista da Igreja São José Operário, que trabalhou o tema da Campanha da Fraternidade em sua paróquia.
De acordo com a afirmação de Thiago, pode-se entender melhor preocupação da igreja com a questão do meio ambiente e principalmente com a Amazônia. Preocupação essa que vem crescendo ao longo dos anos, por causa do desmatamento e outros problemas ambientais.Por isso têm sido propostos pela igreja vários projetos e campanhas para conscientizar e incentivar a solidariedade, a fim de contribuir para amenizar essa situação.
Uma das campanhas mais favoráveis sobre essa questão foi a Campanha da Fraternidade deste ano, “Vida e missão neste chão” , promovida pela CNBB, tendo como objetivo passar um conhecimento atualizado e crítico da realidade da Amazônia brasileira, dos seus povos e de sua formação urbana, e assim conscientizar seus fiéis sobre a importância da Amazônia para o nosso mundo “por ser uma criação divina de Deus e pela biodiversidade que ela apresenta”,conforme cita a CNBB em seu site.
À medida que o tempo passa, surgem mais problemas como o aquecimento global, a destruição dos grandes biomas, a escassez e poluição da água, as enchentes e inundações, a extinção de inúmeras espécies de vegetais e animais, que são vivenciados em várias partes do mundo, demonstrando que nós somos os verdadeiros culpados por submeter-se a tanta tecnologia e consumo.A partir dessa campanha, resta apenas uma atitude concreta ao ser humano, respeitar e cuidar da natureza.
Alguns católicos acreditam também que essa responsabilidade de cuidar da criação e das demais criaturas cabe a nós mesmos humanos. Exatamente, por sermos constituídos à semelhança do Criador, temos a capacidade de sermos sujeitos de nossos próprios atos e conhecedores do bem e do mal. Portanto, o respeito e o cuidado da Amazônia deixam de ser apenas uma questão e passa a ser uma ação concreta da sociedade para que possamos amenizar os riscos ambientais e garantir uma melhora mundial nas situações de maiores perigos para o desmatamento.
De acordo com a afirmação de Thiago, pode-se entender melhor preocupação da igreja com a questão do meio ambiente e principalmente com a Amazônia. Preocupação essa que vem crescendo ao longo dos anos, por causa do desmatamento e outros problemas ambientais.Por isso têm sido propostos pela igreja vários projetos e campanhas para conscientizar e incentivar a solidariedade, a fim de contribuir para amenizar essa situação.
Uma das campanhas mais favoráveis sobre essa questão foi a Campanha da Fraternidade deste ano, “Vida e missão neste chão” , promovida pela CNBB, tendo como objetivo passar um conhecimento atualizado e crítico da realidade da Amazônia brasileira, dos seus povos e de sua formação urbana, e assim conscientizar seus fiéis sobre a importância da Amazônia para o nosso mundo “por ser uma criação divina de Deus e pela biodiversidade que ela apresenta”,conforme cita a CNBB em seu site.
À medida que o tempo passa, surgem mais problemas como o aquecimento global, a destruição dos grandes biomas, a escassez e poluição da água, as enchentes e inundações, a extinção de inúmeras espécies de vegetais e animais, que são vivenciados em várias partes do mundo, demonstrando que nós somos os verdadeiros culpados por submeter-se a tanta tecnologia e consumo.A partir dessa campanha, resta apenas uma atitude concreta ao ser humano, respeitar e cuidar da natureza.
Alguns católicos acreditam também que essa responsabilidade de cuidar da criação e das demais criaturas cabe a nós mesmos humanos. Exatamente, por sermos constituídos à semelhança do Criador, temos a capacidade de sermos sujeitos de nossos próprios atos e conhecedores do bem e do mal. Portanto, o respeito e o cuidado da Amazônia deixam de ser apenas uma questão e passa a ser uma ação concreta da sociedade para que possamos amenizar os riscos ambientais e garantir uma melhora mundial nas situações de maiores perigos para o desmatamento.
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